12/05/2008
Vem brincar comigo

Oi, gentem,

A melhor coisa de ter um blog é essa oportunidade de fazer novos amigos e juntar forças para deixar esse espaço ainda mais bacana. E foi isso que a minha querida leitora Rozilane Fernandes Rezende fez. Mandou as fotos maravilhosas abaixo. São tão boas que dispensam as legendas engraçadinhas que eu peço para o Digitador criar pra mim.

Então, se você tiver coisas legais sobre pugs, mande para o Digitador (efranco@edglobo.com.br). Assim, quem sabe, você tem o seu nome registrado neste espaço nobilíssimo.

Beijão,
Clê









Comentários () | permalink
 
10/05/2008
Ficou faltando

Ontem, quando fiz uma relação de celebridades que têm (ou tiveram) o saudável hábito de conviver com pugs, esqueci de listar uma das mais importantes. Pena que, devido às diversas restaurações pelas quais a obra-prima de Leonardo da Vinci sofreu ao longo do tempo, foram apagados traços da pintura original.
E agora, mais uma vez em primeira mão, meu blog revela como "Monalisa" foi concebida originalmente pelo gênio italiano.
Vai contando aí, esse já é o segundo furo da Clê.

Beijos,
Clê

Comentários () | permalink
 
08/05/2008
Sou feia, mas tô na moda

Outro dia, comigo no colo, o Digitador começou a navegar pela internet e pesquisar sobre pugs. Ele adora encontrar coisas engraçadas e ficar mostrando pra mim. Bom, num site holandês, ele encontrou uma relação de celebridades que dividem a vida com indivíduos da minha espécie e raça. E ficou todo orgulhosão. Pudera, a lista começa simplesmente com...


GEORGE CLOONEY



O homem mais sexy do mundo (depois que virei mocinha, começo a ter uma vaga idéia do que isso pode significar). Alô, George, se você ler este post, sugiro que seu próximo filme seja “14 Homens e uma Pug”


JESSICA ALBA



O Digitador me disse que um dia entrevistou essa mulher ao vivo e que a achou “mais ou menos”. Depois, ele falou que assistiu ao filme “Sin City” e mudou de opinião


BILLY JOEL



Todo mundo pensa que ele compôs a canção “Just the Way You Are” inspirado em uma bela mulher. Revelo aqui, em primeira mão, a verdadeira musa do cara. É isso aí, um furo da Clê!


MICKEY ROURKE



Desculpe-me por citar o mesmo filme duas vezes, mas esse cara só pode ter decidido participar de “Sin City” aconselhado pelo pug da foto. Isso porque, antes, ele era um ator bem meia-boca


VALENTINO



Quer coisa mais chique que isso? O homem que veste as mulheres mais lindas do mundo convive com os cães mais lindos. Ele não dá ponto sem nó


RAINHA VICTORIA



Até a família real britânica teve de se curvar diante da nossa majestade


DIGITADOR



Entre todos os casos listados aqui, este é o único em que o cão é muito mais famoso do que o humano que vive com ele
Comentários () | permalink
 
06/05/2008
2/5/08 – Virei mocinha



Dei um baita susto no Digitador. E confesso que fiquei extremamente assustada também. Mais que isso, estou até agora horrorizada com o que aconteceu comigo em pleno feriadão. Em vez de passeios, parques e feiras, fiquei amuada, encolhida e dolorida por um dia e meio.

Tudo começou no meio da tarde. Eu estava deitadinha no meu canto da área de serviço quando bateu uma coisa ruim no meu estômago e devolvi uma pequena parte do meu almoço. Até aí, tudo bem, pois já havia vomitado pedaços de cadeira e estofados antes.

Por volta das 15h, o Digitador pegou a minha coleirinha e bradou: “Dia de banho, Clê. Teremos visitas hoje”. A bordo da minha caixinha no banco de trás do carro, lá fomos nós ao hospital veterinário que dá um dos banhos mais gostosos de São Paulo.

Chegamos, o carro parou e fomos até os meninos que cuidam de mim. Como de hábito, o Digitador deu aquela sumida que tanto me irrita e voltou quase duas horas depois. Demonstrei o meu descontentamento. Quando ele chegou e abriu a minha cela, em vez de me atirar na direção dele, fiquei no fundo do cativeiro.

Quer saber a verdade? Essa minha reação tem pouco a ver com raiva. Na real, eu estava me sentindo muito, mas muito mal. O Digitador não se tocou. Ou, melhor, só começou a sentir a gravidade da situação quando chegamos em casa. Ao me retirar da caixinha, lá estava uma nova poça de vômito.

“O que você comeu, Clê?”, ele não parava de perguntar, crente de que o meu hábito de esfacelar revestimentos de sofás e cadeiras estaria por trás do mal-estar. Ele não sabia do que se tratava. Muito menos eu.

Entramos em casa. Ele começou a arrumar as coisas para receber as visitas. Na esperança de que o cara fizesse alguma coisa para aliviar meu sofrimento, resolvi apelar. Vomitei no tapete entre a sala e a cozinha e fiquei olhando para a cara do Digitador com um pouco de baba marrom ainda pendendo do meu queixo.

Aí, ele resolveu se mexer. Ligou para o veterinário, que, por telefone, fez um pequeno interrogatório: “Qual é a idade dela?”, “O peso?”, “Comeu algo estranho” etc. De repente, o homem pediu para o Digitador examinar uma determinada parte de mim. E foi o que ele fez. Quando disse ao telefone o que viu, ouviu do outro lado da linha: “Parabéns, a Clementina [já sou famosa por lá] virou uma mocinha”.

O Digitador começou a rir e pensei que a solução para as dores que eu sentia estava a caminho. Que nada, ele me deixou na área de serviço, tirou a minha comida (“recomendações médicas”, justificava ele) e me manteve presa. Um líquido vermelho começou a sair de mim em forma de gotas. Parei de vomitar, mas veio uma indisposição gigantesca. Deitei na minha caminha e comecei a ter leves tremores nas coxas.

Enquanto isso, a casa foi enchendo de gente. Muitos vieram me ver ao longo da noite, mas eu não tinha disposição para sair da caminha e pular nas pernas do pessoal. Apesar da zona que estava a casa, descansei até o dia seguinte.

Acordei bem melhor, mas muita coisa parece ter mudado. Primeiro, meu cheiro está estranho. Depois, sinto que estou tão inchada em determinada parte do meu corpo que parece que as minhas patas traseiras estão a quilômetros de distância uma da outra.

Bom, mas parece que o pior já passou. Mas sobraram muitas dúvidas na minha cabeça. A maior delas é por que cargas-d’água o cachorro do apê ao lado, sempre tão quietinho, não pára de uivar?

Ui,
Clê
Comentários () | permalink
 
29/04/2008
Ops!!!

Fiquei devendo o link para a imagem do post anterior. É que eu ri tanto que acabei de ditar esse detalhe técnico ao digitador (pô, mas sou sempre eu que tenho de lembrar tudo). Bom, mas deixa pra lá, clique aqui e divirta-se.

Beijo,
Clê
Comentários () | permalink
 
28/04/2008
Ai, Caramba!!!



Tem uma moça simpática chamada Michelle. Ela vive em Springfield, na Virgínia, Estados Unidos. Apesar de morar tão longe da gente, ela divide com o Digitador uma paixão gigantesca por pugs. Tanto que ela mantém um blog que coleciona fotos divertidas dos meus colegas de espécie e que, pena, precisa ser atualizado. Em todo caso, um passeio por lá rende boas gargalhadas.

A foto acima foi submetida por uma tal de Liz. Cá entre nós, parece que a dona desse pug foi muito além da encenação. Os olhos do cão deixaram a gente (eu e o Digitador) com a pulga atrás da orelha: teria ele secado uma garrafa de tequila antes de posar para a foto?

Hic, hic,
Clê
Comentários () | permalink
 
28/04/2008
Com fundos

Primeiro Mundo é outra coisa... Nos EUA existe uma empresa chamada Checks Your Way (cheques do seu jeito, traduz o Digitador). Em vez de trazer aqueles horríveis logotipos de bancos, você pode colocar a foto que quiser. A imagem abaixo mostra o quanto as folhas podem ser adornadas com bom gosto. Agora, me diga, se você fosse comerciante e alguém aparecesse com um cheque desses, teria a petulância de solicitar documentos?

Assinado por,
Clê



Comentários () | permalink
 
25/04/2008
25/4/08 – Uma manhã perfeita

Diferentemente dos humanos de São Paulo, adoro o rodízio de veículos. Como o final da placa do carro do Digitador é 0, ele não tem como circular até as 10 da manhã. O que isso significa? Passeio na certa. E hoje foi assim.

Logo que ouvi os passos lentos vindos do corredor pela manhã, postei-me diante da porta. Ela se abriu e vi o Digitador com a cara amassada, o cabelo em desaprumo e roupas pouco recomendáveis para sair à rua. Depois da troca de carícias matinais (por falar nelas, tenho me excedido; pulo nas pernas do homem, e ele tem se queixado do tamanho das minhas unhas), rolou aquele ritual de café da manhã + jornal.

Esperei tranqüila, roendo um ossinho. De repente, a surpresa. Com a minha coleira vermelha nas mãos, ele falou: “Bebê, vamos passear?”. Fico tão feliz com essa frase que já vou de cabeça baixa pra cima dele, com o intuito de facilitar a colocação da coleira. Pegamos o elevador e vagamos por calçadas, ruas, subidas e descidas. Hoje fizemos um caminho diferente e não passamos pela feira livre.

Fora isso, tudo estava em seu lugar: os cheiros dos bichos nas floreiras, os cumprimentos trocados com outros donos de cachorros e uma ou outra pessoa que pedia autorização para fazer cafuné na minha cabeça. Até aí nada de muito especial.

Ao voltarmos pra casa, o dia ganhou o seu toque diferenciado. Como sempre, entrei esbaforida e fui logo secando metade da minha cuia de água. O Digitador ficou lendo mais um pouco na mesa da cozinha. Munida de todo o meu charme e carinha do Gato de Botas, fiquei em pé e apoiei as minhas patas dianteiras na coxa dele.

Como previsto, ele não resistiu e me pegou no colo. Fui me aninhando e terminei com o meu queixo apoiado no peito do cara. E aí comecei a sentir o baticum do coração dele. Pra mim, essa é a trilha sonora ideal para embalar uma sonequinha. E foi o que acabou acontecendo. Dormi com a respiração profunda.

Nessas circunstâncias, o Digitador tem dó de me acordar. Fiquei uns bons 45 minutos dormindo desse jeito. Mas chegou uma hora em que não teve jeito. “Clê, me perdoe, mas já to atrasadão para o trabalho”, disse ele. Desci do colo contrariada. Aí, ele foi tomar banho, trocar de roupa e, pouco antes de sair, me pediu um favor simples: ditar o parágrafo abaixo. Então, lá vai.

Atenção, chefe do Digitador. Tente não ficar nervoso com o atraso dele hoje. Você há de concordar que foi por uma causa nobre.

Cumprido o dever, um último comentário sobre o prazer. Ai, que bom seria se todas as manhãs fossem assim...

Bocejinho,
Clê
Comentários () | permalink
 
24/04/2008
Aaaaaiiii, que fofo!!!

Minha querida leitora, meu querido leitor, lembra da Lilyan, aquela moça que eu e o Digitador conhecemos na feirinha da Benedito Calixto? Pois bem, como eu havia ditado, a mulher adora animais, os cães em especial, tanto que mora com cinco de nós. Toda vez que ela recebe alguma mensagem com animais, repassa voando para o cara que divide o apê comigo. E foi isso o que ela fez hoje. O texto da Lilyan dizia algo sobre o tamanho do abraço que ela mandava para o Digitador.

Mas isso é o que menos importa. Legal mesmo é a seqüência de imagens abaixo. Ela escancara uma verdade que não dá para questionar: pitbulls e outros bichos neuróticos à parte, somos os melhores amigos do homem. E isso começa bem cedo.

Aaaaaiiii,
Clê

Comentários () | permalink
 
23/04/2008
23/4/08 – Memórias do cárcere



Bem que eu tava achando estranho. Já fazia um tempo que o meu corpinho não sentia o contato de água, xampu, toalha e jato de ar quente. Não que eu faça muita questão disso. O problema é que, fresco como ele só, o Digitador me pega menos no colo quando o meu cheirinho está mais, digamos, canino.

Por isso fiquei animada ao saber que iria passar por esse ritual. Quer dizer, feliz numas. Como ditei em um post anterior, o estabelecimento para o qual sou levada para o meu banho é o mesmo em que fica aquela veterinária simpática, mas que não faz muita cerimônia em usar os seus termômetros invasivos. Como pensei que iria passar por ela, estanquei na porta de entrada e fui levada a contragosto para dentro da casa.

Só fiquei aliviada quando vi que a gente não estava indo para a área de consultas. Como sempre, os dois rapazes que trabalham no lava-rápido de cachorro nos recebeu com muita festa. Fizeram carinho no meu cangote, cumprimentaram o Digitador e continuaram brincando com os outros dois bichos que estavam recebendo um merecido trato.

Quando eu estava começando a me animar com essa recepção toda, veio a ducha de água fria: em vez de já ir para o banhinho, fui enjaulada. Isso mesmo, trancafiada num cubículo que tinha apenas uma toalha dentro. Sem cumbuquinha de comida, sem reservatório de água, nada. O papo que o Digitador teve com os meninos me deixou ainda mais amedrontada: “Ela vai ficar pronta dentro de umas duas horas”, disse um dos rapazes. “Legal, tenho umas coisas pra resolver nesse meio tempo”, respondeu o cara que divide o apê comigo.

Como assim? Isso significaria que, por pelo menos 180 minutos, eu iria ter os meus momentos de Abadia e Beira-Mar. Que crime eu cometi? Bom, esse tipo de pensamento tomou conta de mim até o momento em que um dos meninos abriu a jaula, me segurou pelas axilas e começou a me banhar com água quentinha. Só o deus dos cães sabe o quanto gosto disso. Vejo alguns dos meus companheiros espernearem, latirem ou ficarem contrariados quando passam pelo processo. Eu, por outro lado, encararia umas boas três horas nesse tipo de tratamento, sem chiar.

O problema é que esse carinho profissional dura bem menos que isso. Em cerca de 20 minutos eu já estava sequinha e cheirando a talco. Aí, começou aquela chatice de ficar atrás das grades vendo um monte de cachorro desfilando na minha frente. Ah, e esperando o Digitador voltar para me recolher. E, mais uma vez, só o deus dos cães sabe o quanto eu detesto esperar.

Bom, mas finalmente o cara chegou. Eu estava furiosa e não fiz o menor esforço para esconder isso. A foto acima não deixa a menor dúvida a esse respeito. Fui tirada da jaula, colocada no carro e rumamos para casa. Entrei com cara de poucos amigos. Até porque eu estava tremendamente apertada. Fui para o meu cantinho, escolhi um canto com foto do jornal e mandei ver. Só então me acalmei um pouco.

Terminada a obra, o Digitador se apressou em me pegar no colo e ficou falando: “Meu bebê tá cheiloso [assim mesmo, com esse erro infantil]”. Meu humor foi voltando e passamos umas boas horas rolando pela sala, mordendo brinquedos e dando saltos (claro que estes dois últimos itens se restringem à minha pessoa). Foi muito divertido e me cansei o suficiente para, por conta própria, ir para o meu cantinho dormir feliz

Tudo bem, os fins justificam os meios, mas será que não dava para ter uma noite deliciosa (e cheirosa) como essa sem ter de passar um tempo atrás das grades? Até porque, se eu me irritar demais com essa história, vou pôr fogo no colchão e subir no telhado!!!

Beijos,
Clê

Comentários () | permalink
 
22/04/2008
Dica da Clê



É isso aí, Clê também é cultura! Como este blog, o livro acima é narrado por um pug, o Elvis. Ele mora num apartamento em Manhattan com três amigos (Bert, Buddha e Busta). Exceto pelo fato de viverem numa pequena matilha, nossas histórias são muito parecidas. Como eu, eles aprendem a extrair o que há de melhor nos pequenos prazeres da vida. Um passeio na praça, uma pequena viagem de carro, uma ida à pet shop. Enfim, mesmo as coisas mais cotidianas podem ser fascinantes, desde que você tenha uma jeito pug de ver e viver a vida. É essa a terapia a que se refere o título da obra. Se você quer ser mais feliz e sabe ler em inglês, encomende o livro aqui.

Boa leitura,
Clê
Comentários () | permalink
 
18/04/2008
18/4/08 – Incontinência

Tem vezes que eu até gosto quando o Digitador volta tarde demais do trabalho. Ele chega todo cheio de culpa e acaba brincando comigo mais do que o normal e permitindo estripulias que, em outros dias, não tenho a menor chance de colocar em prática.

Assim foi ontem. O cara chegou do trabalho – e deve ser verdade, pois nenhum cheiro nele indicava uma noite na balada – por volta das 3 da manhã. Jogou a bolsa no sofá e deu início ao festival de frases engraçadas, rolagens no chão e simulações de lutinhas. Tudo foi tão intenso que ele não demorou muito para começar a bocejar. Confesso que eu também estava um tantinho cansada.

Ele se levantou e foi para o banho. Pensei: “Pronto, quando ele sair daí, serei enviada de volta ao meu cantinho, onde terei de passar pelo menos seis horas esperando pela próxima bateria de brincadeiras. Mas, nesse dia, a coisa foi diferente.

Depois de se vestir, o Digitador se dirigiu para o quarto. Fiquei pulando em volta dele, mas o cara disse “boa noite, meu bebê” e foi logo deitando. Quando isso acontece, adoro, pois fico em pé ao lado da cama e com a minha cara a centímetros da do Digitador. É bom sentir o cheiro da respiração dele com cheiro de creme dental. O problema é que, às vezes, eu deixo escapar um espirrozinho. E ele fica meio bravo, mas passa logo.

O cara pegou no sono, e eu fiquei brincando um pouco em vários cantos da casa até me render e dormir também.

O dia amanheceu e, depois dos cumprimentos de praxe, o Digitador começou a desfilar pela casa. De repente, ele parou diante do tapete na divisa entre a cozinha e a sala e passou a gritar comigo. Na hora, eu saquei o que era e me refugiei no quarto. Mas eu não tinha muito para onde fugir. Ele me pegou no colo, meu coração estava a milhão. Colocando o meu nariz bem perto do montinho de cocô (desculpe o termo), ele repetiu várias vezes: “Não, não e não”. E me deixou de castigo por meia hora.

Passado esse tempo, ele me resgatou do cativeiro e começou a falar: “Pô, Clê, eu já falei que esse tipo de coisa não se faz aí. Eu entendo você: vi num livro que fazer cocô no lugar errado é sinônimo de tristeza. Mas imagine se eu saísse fazendo isso por aí toda vez em que ficasse triste”.

Ouvi pacientemente aquela ladainha toda e não reagi. Afinal, eu queria pôr fim àquela história e começar logo a brincar de novo. Mas ele não brincou. Em vez disso, foi para o trabalho mal me dirigindo a palavra.

Não gostei nada dessa história. Por que ele ficou tão bravo? Só porque eu não consigo alcançar aquela peça que fica dentro do banheiro que ele utiliza para o mesmo fim? Bem, em todo caso, vou voltar para o jornal, pois, a experiência mostra, despejar o resultado da minha ração ali não representa problema nenhum. Ai, se bem que ter feito no tapete foi uma delícia...

Rarará,
Clê
Comentários () | permalink
 
17/04/2008
Evolução

No post anterior, falei que era darwinista, o que significa que acredito piamente na Teoria da Evolução. Descobertas recentes sobre a evolução dos pugs me deixam ainda mais certa disso. A imagem abaixo não deixa dúvidas.

Uhú,

Clê

Comentários () | permalink
 
17/04/2008
Dica da Clê



Além de afeto, carinho, diversão e momentos agradáveis, os exemplares da minha espécie andam inspirando artistas. Dê uma clicada neste link e descubra um mundo de pôsteres, camisetas e presentes inspirados no mais belo animal que a evolução foi capaz de gerar (sim, sou darwinista; sorry, criacionistas).

Beijo,
Clê
Comentários () | permalink
 
15/04/2008
Em nome da imparcialidade

Outro dia, aqui neste nobilíssimo espaço, coloquei o vídeo de um gato sendo muito escroto com um pug faminto. Como recebi protestos, resolvi pesquisar mais e encontrei o vídeo abaixo. Agora, pergunto: amantes dos felinos, vamos fazer as pazes?

Miau,
Clê


Comentários () | permalink
 
 

Não tenho nada a ver com a escolha do meu nome, mas poderia ter sido pior. Minha mãe se chama Shakira Son of Man, e meu pai, Tedy de Larissa Bright. É mole? Bom, vamos aos fatos: sou uma cadelinha da raça pug, superbrincalhona e (modéstia às favas) simpática. Nasci no dia 12 de setembro de 2007. Entre essa data e 9 de janeiro de 2008 - dia em que passei a dividir apê com um cara que pensa que é meu dono e que digita as minhas idéias -, pouca coisa aconteceu. Por isso, conto a minha vida a partir de então. Antes de começar, um aviso (especialmente dirigido ao cara acima, que passo a chamar de Digitador): eu não estou aqui para curar a carência de ninguém. Como diz a letra do único funk carioca que presta, o que eu quero é ser feliz!

RSS  (O que é isso?)

 
12/04/2008 - 27/04/2008
28/03/2008 - 12/04/2008
13/03/2008 - 28/03/2008
27/02/2008 - 13/03/2008
12/02/2008 - 27/02/2008
 
- Blog da Galileu